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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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RESÍDUOS: TRÊS INOVAÇÕES QUE VÃO REVOLUCIONAR AS CIDADES

Mäyjo, 07.07.15

heineken_SAPO

Cerca de 70% da população mundial viverá nas cidades em 2050, de acordo com as Nações Unidas. Os números são bem conhecidos e vão alterar profundamente as cidades em que vivemos – sobretudo as grandes metrópoles –, elevando a necessidade de criarmos cidades mais sustentáveis que, se possível, não diferenciem resíduos e recursos.

Por outras palavras: as cidades devem entender os resíduos como ponto de partida de algo novo. Estas são três ideias que podem em breve ser aplicadas nas megacidades e que nos podem ajudar a construer um ambiente urbano mais sustentável para o futuro.

1.Minas urbanas

À medida que as minas naturais se esgotam, as cidades serão as minas do futuro, uma vez que é por lá que estão os recursos naturais já transformados em materiais. Há décadas que existe tecnologia para reciclar cobre e empresas especialistas já recuperam o resíduo metálico dos velhos cabos eléctricos.

Segundo explicou ao Guardian o professor Thomas Graedel, da Yale School of Forestry and Environmental Science, os edifícios armazenam os materiais que serão reciclados mas também nos ajudarão a poupar uma grande quantidade de energia necessária para os alcançar.

A reutilização de alumínio precisa de apenas 5% da energia necessária para a sua produção original. E como este material está presente em todos os edifícios – há sempre novas demolições agendadas – ele não ficará refém de uma menor produção das minas.

2.Transformar resíduos em materiais de construção

Na Design Academy de Eindhoven, Holanda, Tom van Soest desenvolveu um método de pulverizar os materiais de construção reciclados dos edifícios demolidos para criar uma nova forma de pedra que pode ser transformada em produtos para a superfície e tijolo.

Para além deste método, comercializado pela StoneCycling, há um projecto que transforma jornais em materiais parecidos com madeira; ou uma empresa que desenvolveu um material feito de embalagens de cartão 100% reutilizados, num processo que não utiliza água e cria um nova material que pode ser usado para paredes interiores.

E lembra-se da casa de garrafas de vidro de Alfred Heineken (na foto)? Ela data de 1963 e, pelo que vê aqui, continua actual. Por aqui ainda há muito que evoluir, mas o futuro parece risonho.

3.Experiências com materiais biológicos

À medida que definimos os resíduos como algo para além do que colocamos no lixo – o que inclui tudo o que pareça sem valor ou supérfluo –, as possibilidades são infinitas. Dito isto: porque não incluir materiais biológicos derivados de bactérias ou fungos em materiais de construção.

Henk Jonkers, da Delft University of Technology, desenvolveu um processo que mistura bactérias e nutrientes para criar cimento que se auto-repara. Noutro projecto, em Nova Iorque, um material feito de subprodutos agrícolas e micélio pode ser transformado em materiais fortes e com parâmetros estruturais, sendo até comparado à pedra e cimento – o Ecovative.

Este artigo faz parte de um trabalho especial sobre Resíduos, publicado durante o mês de Junho e promovido pela Sociedade Ponto Verde.

O EXÉRCITO DE SOLDADOS DE LIXO QUE PERCORRE O MUNDO HÁ 18 ANOS

Mäyjo, 20.05.15

O exército do lixo

PARA ONDE VAI O NOSSO LIXO ELETRÓNICO?

Mäyjo, 25.04.15

lixo_aA pior lixeira electrónica do mundo

 

SABIA QUE HÁ CAMIÕES DO LIXO COM O INTERIOR BI-COMPARTIMENTADO?

Mäyjo, 19.03.15

Para acabar com as dúvidas e  os mitos...Recicla Mitos_Nuno Markl e Cesar Mourao

No final da semana passada, a Sociedade Ponto Verde lançou uma campanha para desmistificar algumas das dúvidas dos consumidores no que toca à reciclagem de embalagens. Desenvolvida pelos humoristas César Mourão e Nuno Markl, a campanha procura esclarecer os consumidores para alguns dos mitos associados à reciclagem, como o que, alegadamente, diz que as embalagens são misturadas dentro dos camiões do lixo.

Uma questão que, como pode ver no vídeo abaixo, é falsa. O spot, com o nome Nós Separamos e Eles Misturam Tudo, tenta desmistificar a ideia de que os resíduos depositados nos diferentes ecopontos (verde, amarelo e azul) são misturados no camião que os transporta até aos centros de recolha e triagem.

Na verdade, explica a SPV, existe um tipo de camião que recolhe os resíduos de embalagens do ecoponto amarelo e azul, cujo interior está bi-compartimentado. A sua dúvida está esclarecida? Então veja o vídeo.

Campanha da SPV mostra as diversas formas de separar os resíduos de embalagem

Mäyjo, 25.12.14

Campanha da SPV mostra as diversas formas de separar os resíduos de embalagem

Neste Natal, a Sociedade Ponto Verde mostra aos portugueses as muitas formas de separar e de reciclar. Seja através da utilização de ecobags, da reutilização de caixas, de recipientes, ou de sacos coloridos, segundo a SPV, o mais importante é levar todos os resíduos até ao ecoponto. É esta a mensagem principal da campanha que a Sociedade Ponto Verde estreia nesta época festiva em rádio e imprensa.

“A época que atravessamos é pródiga ao nível da geração de resíduos. No entanto, com o contributo de toda a população, há formas de minimizar o impacto que estes têm no ambiente, como o uso de papel de embrulho reciclado e de decorações natalícias duráveis, a não utilização de loiça e talheres descartáveis e, como não poderia deixar de ser, a separação e a deposição dos resíduos de embalagens no ecoponto adequado, nomeadamente o vidro que, nesta altura das festas, é muito utilizado”, explica Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

A necessidade de manter a sensibilização para a reciclagem foi uma das razões que levou a Sociedade Ponto Verde a lançar esta campanha nesta altura do ano. Depois de utilizadas, as embalagens usadas deverão ser separadas e transportadas até ao ecoponto mais próximo utilizando ecobags, sacos de lixo coloridos ou, entre outros, sacos reutilizáveis. A campanha alerta para as muitas formas que existem para separar as embalagens para contribuir de forma positiva para o ambiente e para a criação de riqueza para o País.

De forma a incentivar a separação doméstica de embalagens usadas, clarificar as regras da reciclagem a todos os que já separam e recolher dados sobre os hábitos e atitudes de reciclagem, a Sociedade Ponto Verde tem em curso, desde dezembro de 2013, a Missão Reciclar, a maior iniciativa de sensibilização para a reciclagem de embalagens alguma vez realizada em Portugal.

Até final de 2014 já foram visitados 1,2 milhões de lares. No final da ação, em meados de 2015, a Missão Reciclar terá contactado 2 milhões de lares e equipado mais de 340 mil lares com ecopontos domésticos. A ação é coordenada com os Municípios e os Sistemas Municipais, proporcionando as condições para que um número cada vez maior de portugueses possa separar os seus resíduos de embalagem para que estes sejam encaminhados para reciclagem.